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Poemas e Poesias inéditas, sobre amor, alegria, paixão, guerra, paz, vida, agua, mãe, pai, família, rima, versos, mulher, prosa, frases, letras, canção, rimas. Poesia de amor, poesia de saudade, poesia filosófica, poesia da vida. Poemas românticos, poemas tristes, poemas da natureza, poemas de amor, poemas do dia a dia.

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Voto de Confiança - (Poesia sobre Povo, Política)

               (...Poesia sobre: Voto, luta, país, governo, confiança, povo, política, dirigentes, padecer, pão, vinho, água, humildes, mágoa, representante, oprimido, defensor, escalão, verdadeiro, fraco, forte. Assuntos relacionados: Poema, Rima, Verso, Prosa, Música.)


O verdadeiro dirigente
É aquele que conhece
O sofrimento de seu povo
E o quanto ele padece.

É aquele que tomava
O mesmo vinho, a mesma água,
Que comia o mesmo pão
E que trazia a mesma mágoa.

O verdadeiro governante,
Não se sente importante,
Governa para os humildes,
É o seu representante.

É aquele que defende
O mais fraco e oprimido,
Que luta pra melhorar
O modo que temos vivido.

O povo o colocou
No mais alto escalão,
Um voto de confiança,
Um voto de esperança,
O País na sua mão.

Indignado Politicamente - (Poesia sobre Futuro, Promessa)

               (...Poesia sobre: Eleição, corrupção, violência, fome, saúde, educação, drogas, promessa, povo, política, população, emprego, epidemia, consumo, batalha, Deus ajude, céu, mundo, bolsos, fartara, insegurança, indignação, nação, . Assuntos relacionados: Poema, Rima, Verso, Prosa, Música.)


Tá faltando emprego pra população,
O povo não pode ter educação.
As drogas proliferam como epidemia,
Tudo é muito fácil, é País da folia.

A violência assola a população,
O povo acuado, tranca o portão.
De um lado tem o que morre de fome,
Do outro lado tem aquele que consome.

O País doente que não tem saúde,
Peço a Deus do céu pra que nos ajude.
Todo mundo pensa em aproveitar,
Em encher ao bolsos para se fartar.

O povo está cansado de tanta promessa,
Nossos governantes não estão com pressa.
Em ano de eleição, se pintam pra batalha,
Enquanto o povo sente o fio da navalha.

Indignado eu fico, indignado estou.
Indignado, eu choro pelo que restou.
Indignado, eu vivo muito inseguro.
Indignado, estou com medo do futuro.

Óbvio demais - Auto-destruição (Poesia sobre Gerra, Realidade)

               (...Poesia sobre: Sangue, vidas, raça humana, humanidade, inocentes, paz, indiferença, descaso, morte, guerra, mal, aplausos, versão, aversão, banalidade, flores, realidade, triste, nação, acreditar, futuro, dizimados, artifícios. Assuntos relacionados: Poema, Rima, Verso, Prosa, Música.)


Nem toda verdade merece ser dita,
Se ninguém acredita na minha versão.
Se falo de sangue alguns me aplaudem,
Se falo de flores, nem dão atenção.

Se falo de paz, parece banal.
É óbvio demais a destruição.
O mal que assola a humanidade
É realidade em toda nação.

Falar de futuro é muito difícil,
Não tenho artifícios pra me expressar.
Nem toda a verdade merece se dita
Se ninguém acredita no que vou falar.

O sangue que jorra é vida ceifada,
Mais um inocente jogado ao chão,
Em nome da guerra que não faz sentido,
Um mundo perdido em destruição.

Nem toda verdade merece ser dita,
Se ninguém acredita na minha versão.
Dizimados pela raça humana,
É a nossa auto-destruição.

Terra Natal - (Poesia sobre Cidade, Campo)

               (...Poesia sobre: Pessoas, cidade, fazenda, tempo, simplicidade, caipira, terra, vida, natural, céu, vento, lua, sol, cachoeira, rio, riacho, viver ninguém, correria, dia a dia, ligeiro, matuto, lugar, galo canta, devagar, pressa. Assuntos relacionados: Poema, Rima, Verso, Prosa, Música.)


Aqui, as coisas são diferentes.
Tudo passa tão ligeiro, aqui.

Correria todo dia,
Ninguém fala com ninguém
As pessoas se esbarram,
Uns vão indo outros vem.

Más é que não sou daqui,
Não compreendo esse lugar.
Sou simplório, sou matuto.
Pra minha terra, quero voltar.

Lá, o tempo passa devagar.

O dia é longo demais,
Eu tenho um tempo de paz,
É um prazer aproveitar.
A vida é tão natural,
Não vejo nada igual,
Sinto saudades em pensar.

Eu vejo estrelas no céu,
A lua enfeita o meu céu,
O vento manso a sussurrar.
Eu ouço o galo cantar
E os passarinhos também,
O sol raiando, já evem.

Na cachoeira banhar,
Vou no riacho pescar,
Tem fruta fresca no pomar.
É neste chão que nasci,
Terra que me viu crescer,
É lá que eu quero morrer.

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